Projeto de performance dedicado à criação contemporânea, Ruptura proporciona um espaço de experimentação e partilha cruzando dimensões poéticas e políticas. Através do corpo, da voz, do som e da imagem, artistas da cena nacional atual que se têm notabilizado ao longo dos anos debatem questões como as identidades queer, a liberdade e a ação coletiva, convidando o público a uma experiência de proximidade, intensidade e pensamento crítico. Ruptura afirma os corpos como lugares de resistência, diálogo e transformação.
m/16
240’
Nota: o espetáculo contém luzes estroboscópicas que podem desencadear ataques em pessoas com condições fotossensíveis.
Programa Completo
SOFI.AL.AN aka Jo Castro - 16h-20h
Um nome do meio que se desvia da complementaridade para se abrir à complexidade mutante. Uma outra identidade possível, em constante trânsito. SOFI.AL.AN. opera na intersecção onde o concerto se desdobra em instalação e a performance se dissolve. É a conceção de uma sonoridade meta binária. Um projeto autobiográfico imersivo que explora a potência do som como uma ferramenta de transmutação e resistência. A identidade que se dissolve em devir-corpes-sonores sem fronteiras, apenas fluxos, onde as vibrações são a única constante.
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Sala de Espera - Ana Deus - 16h20-16h50
A partir de imagens, feridas pelo tempo, de arquivos familiares de outros, reconstruí memórias minhas.
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É o que é! #3 - José Oliveira com Svenja Tiger - 17h-17h30
A atividade artística é para grande parte das pessoas uma atividade precária. Uma escolha que não se faz mas vive-se e, por isso, abraça-se a instabilidade do próprio terreno onde a prática se move. É como é! Mas em certos momentos até as pessoas mais resistentes são colocadas à prova. A parentalidade é um desses momentos. Espera-se que o espetador saiba disso. Se não sabe, esperemos que fique a saber.
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Sexo e Morte: entre estados liminares e liminais - Aura - 17h45-18h15
Performance a solo dividida em duas partes. A primeira inclui uma simulação compartilhada da realidade virtual chamada Afterlife que renderiza uma funerária concept store dentro de um jardim áurico. E a segunda uma ação em torno do desejo, intimidade e ternura radical.
Dream - Rebecca Moradalizadeh - 18h35-18h55
Entre a distância e o desejo de retorno, o Irão permanece simultaneamente próximo e inacessível, suspenso entre a memória, a imaginação e a experiência de uma única viagem. Um lugar atravessado pela saudade, pelo lamento e pela resistência. Os acontecimentos de 2026, marcados pela guerra e pela instabilidade política no Irão, prolongam a incerteza de um possível regresso e acrescentam novas camadas a uma relação construída à distância. Uma distância que se sente no corpo, entre o aperto e a necessidade de respirar.
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Frame Work - Mário Afonso - 19h-20h
Escrever. Apagar. Desenhar. Voltar a escrever e repetir a ação. Consolidado o capital, pela alienação do trabalho e pelo individualismo, que tudo reduz a produto
de mercado, que mecanismos subsistem para o estímulo da auto-reflexão? Voltar a escrever. Desenhar. Apagar. Repetir. Inscrever um desejo que se aclara. Um corpo
que procura definir-se nos limites da ação. Símbolos que resistem para a construção de um lugar fundamental. Apagar. Escrever. Redesenhar. Repetir a ação.
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sáb 31 out (16h)
Ponto C - Cultura e Criatividade
Morada: Rua de Puços 606
4560-623 Penafiel
E-mail: info@pontocpenafiel.pt
Tel: +351 255 710 725
Bilheteira: de terça a sábado, das 13h30 às 18h30 ou sempre online em https://pontocpenafiel.bol.pt

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